O sentimentalismo
O tema central das canções atuais parecem ser os relacionamentos amorosos. Esses temas, falam do desejo ou sonho de amor, declara esse amor ou a dor por tê-lo perdido, etc...
Observando as canções de algumas décadas atrás é notável uma distinção considerável: as músicas falavam da natureza, da vida, do cotidiano e, é claro também do amor. Contudo, os relacionamentos eram mais duradouros e, como conseqüência tínhamos canções românticas.
Mas hoje, os relacionamento estão cada vez mais relativos e os namoros atuais são vividos com uma intensidade incrível. Essa mesma intensidade vivida nos relacionamentos é repassada a música, onde as canções criam um aspecto sentimentalista, tratando de temas que revelam muitos dos aspectos vividos em uma paixão.
Muitos, tem transferido essas mesmas tendências para sua fé.
São muitos os que tem Jesus de forma “apaixonante”, ou seja, criam uma intensa aproximação com o mestre e não conseguem deixar-se amar. Como conseqüência, experimentam com o tempo o esfriamento dessa paixão, quando não, o fim. Algumas canções católicas, tem demonstrado também este excesso sentimental.
Mas, tudo isso é ruim? Eu particularmente acredito que não. Contudo, concordo em dizer que, um relacionamento maduro, precisa ser enraizado ou ter como busca principal, o amor.
Deus os abençoe
Adriano Oliveira
O tema central das canções atuais parecem ser os relacionamentos amorosos. Esses temas, falam do desejo ou sonho de amor, declara esse amor ou a dor por tê-lo perdido, etc...
Observando as canções de algumas décadas atrás é notável uma distinção considerável: as músicas falavam da natureza, da vida, do cotidiano e, é claro também do amor. Contudo, os relacionamentos eram mais duradouros e, como conseqüência tínhamos canções românticas.
Mas hoje, os relacionamento estão cada vez mais relativos e os namoros atuais são vividos com uma intensidade incrível. Essa mesma intensidade vivida nos relacionamentos é repassada a música, onde as canções criam um aspecto sentimentalista, tratando de temas que revelam muitos dos aspectos vividos em uma paixão.
Muitos, tem transferido essas mesmas tendências para sua fé.
São muitos os que tem Jesus de forma “apaixonante”, ou seja, criam uma intensa aproximação com o mestre e não conseguem deixar-se amar. Como conseqüência, experimentam com o tempo o esfriamento dessa paixão, quando não, o fim. Algumas canções católicas, tem demonstrado também este excesso sentimental.
Mas, tudo isso é ruim? Eu particularmente acredito que não. Contudo, concordo em dizer que, um relacionamento maduro, precisa ser enraizado ou ter como busca principal, o amor.
Deus os abençoe
Adriano Oliveira
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